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quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Jogos Vorazes: Em chamas | Crítica



Na segunda parte da Saga Jogo Vorazes a protagonista se tornou o simbolo da esperança para o povo, mesmo que involuntariamente, e para tentar acabar com isso, o governante supremo quer dar um fim nela, usando outro battle royal.

Esse filme é em geral parecido com o primeiro, mas melhor. O que ele tinha de bom que é o conflito de ideias e alguns bons diálogos foi mantido, e o que ele tinha de ruim, que era o battle royal cheio de problemas lógicos, foi aperfeiçoado. Somado a isso tudo existe uma conspiração misteriosa a volta da protagonista, dando uma tensão a mais e aquela sensação de, "pera? o que tá acontecendo", em diversos momentos. Tudo isso foi bem positivo para o filme como um todo.

A relação romântica furada do filme anterior não andou muito. O cara gosta dela mas ela não consegue pensar nele como mais que um amigo, o que vai continuar desagradando quem quer romance de verdade. Mas ao mesmo tempo, continua sendo algo que faz sentido.

O battle royal está cheio de novidades que aumentam a escada do desafio, não deixando a trama parar em nenhum momento. Some isso aos mistérios que ocorrem durante boa parte dele e você tem um excelente entretenimento. O que vem no final me surpreendeu também, não esperava aquele twist.
Concluindo, Jogo Vorazes em Chamas é uma versão aprimorada do primeiro, exaltando o que tem de bom na franquia e concertando os problemas mais grosseiros. Ainda está longe de ser um filmão, mas já consigo considera-lo um bom filme.

Nota: 8/10

****

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