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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Inception: A Origem - Um filme dentro dos sonhos | Crítica


Nolan volta a tramas originais depois de fazer Batman, e se sai muito bem.

E se pudêssemos nos controlar no mundo dos sonhos, influenciar ou até matar pessoas através deles. É essa a ideia base que guia o filme Inception, em um mundo aonde invadir sonhos virou algo comum, com as pessoas realizando até treinamentos para resistir a isso.

O personagem de Leonardo de Caprio é um profissional em invadir sonhos, que é contratado para um último serviço, convencer um milionário de uma ideia com a qual ele dificilmente concordaria normalmente. Para tal, eles terão que invadir o canto mais profundo de sua mente e influencia-lo.

Como todos os filmes de Nolan, as explicações para o que você está vendo importam. Então ganhamos um tutorial de como o mundo dos sonhos funciona, o que podemos e o que não podemos fazer neles, e até seus perigos. Isso deixa tudo que acontece a seguir bem lógico, já que foram nos dado regras palpáveis para nos apoiarmos (algo que Paprica, o anime em que esse filme foi baseado não faz, quase tudo parece nonsense vindo de lugar algum naquele anime).

O filme desenvolve bem e o sistema de "sonhos dentro de sonhos", para ganhar mais tempo em cada uma das camadas (realidades), isso da uma tensão e urgência muito legal a coisa toda. Bem movimentado, o filme passa em um piscar de olhos, ao mesmo tempo que resolve os problemas psicológicos do protagonista, que não conseguiu lhe dar totalmente com a perda da mulher.

Em mais um filme em que é necessário usar a cabeça, mas nem tanto, Nolan acerta, entregando algo inteligente e divertido de assistir, além de ser uma boa história como um todo. Não é um filme sem algumas falhas, mas os problemas são quase irrelevantes comparados aos acertos.

Nota: 9/10
****

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