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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Vingadores: Age of Ultron | Crítica


Vingadores 2 tenta repetir a formula do primeiro adicionando alguma profundidade, o que não funciona tão bem quanto o diretor gostaria.

Tony Stark decide criar vários robôs controlados por Jarbas para ajudar nas missões, mas isso acaba saindo errado quando na tentativa de desenvolver um deles com uma inteligencia artificial avançada ele acaba se revoltando contra seu criador.

Apartir dai Ultron, essa IA revoltada, passa a tentar se aperfeiçoar, junta um time formado por 2 mutantes, e começa a causar problemas. No mesmo sistema misturando comédia, ação, e algumas pausas estratégicas o filme desenvolve bem, mas ai chega o final, que não tem a mesma graça ou é grandioso como o primeiro.

No primeiro filme tudo era novidade, mas colocar de novo um bando de moscas que morrem em um tapa para brigar contra heróis, que mesmo tendo níveis físicos completamente distintos conseguem matar cada um deles em 1 golpe, não funciona para criar tensão.

Para criar tensão o inimigo tem que ser ameaçador, o que o bando de robozinhos prateados desse filme não são. Diferente do primeiro, que conseguiu se safar com isso, aqui a falta de urgência, ou mesmo uma ameaça real por parte do inimigo, torna as lutas extremamente monótonas, cheias de absurdos como: o cara com super velocidade destruindo armaduras do homem de ferro com socos normais, o homem de ferro destruindo cada uma das suas armaduras com 1 tiro, mas resistindo a dezenas de tiros deles sem problema, etc (eu podia continuar, mas deu pra entender, a luta é completamente sem lógica).

Por fim a luta acaba, e diferente da do primeiro filme, que realmente emocionou no final, essa fica só aquela sensação de "foi ok". O final que se segue não fede nem cheira também, e seja lá qual era mensagem que o roteiro queria passar também acaba se perdendo quando a IA que disse não querer matar Ultron o mata.

O jeitão de Ultron semelhante a Tony Stark é bem bolado na representação de que ele é como se fosse um filho do mesmo. Mas no final o vilão parece uma criança fazendo pirraça, e sua ameaça se perde completamente.

Concluindo, ainda vale a pipoca, mas ao tentar ser mais que o primeiro filme acaba sendo bem menos.

Nota: 7.5/10

****

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