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terça-feira, 27 de outubro de 2015

O Sétimo Filho | Crítica


De vez em quando é bom ver um filme ruim para aprender a dar valor aos bons, ou mesmo parar de chamar os medianos de ruins.

Nesse mundo o 7º filho de um 7º filho nasce com propriedades especiais, sendo mais fortes e resistentes que pessoas normais. Eles, portanto, costumam ser chamados para se tornarem caçadores de seres sobrenaturais, tarefa meio pesadas para seres humanos comuns.

Em suma, acompanhamos a jornada do protagonista, um 7º filho que ainda tem sangue de bruxa, aprendendo os ossos do oficio, tentando impedir a ascensão de um clã antigo de bruxas, enquanto se mete em um romance com uma delas (que não é má, ao menos o filme não é unilateral quanto a bruxas).

O 7º filho não é exatamente ruim, como minha chamada para o post fez parecer, ele é apenas genérico, e nenhum dos personagens salva, tirando o carrancudo Jeff Bridges, que por mais que tente não consegue levar o filme nas costas. O protagonista é sem graça e a heroína não diz muito também. Quando a história não cativa e nenhum dos personagens se destaca, fica difícil se interessar, não? É o caso aqui, não a toa o filme fracassou bonito em bilheteria, ele é bem sem sal! E isso inclui as cenas de ação. Se for pra ver ele você está mais bem servido com Maze Runner, ou quem sabe Eragon, outro que fracassou em bilheteria pela falta de carisma do elenco.

Nota: 6/10

Trailer:



****

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