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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Na natureza selvagem (ou quase) | Crítica


Você abandonaria todo seu conforto para tentar viver com o mínimo em uma jornada de auto-descobrimento?


In the Wild é um aqueles filmes que eu acho difícil escrever sobre. Antes de um filme de sobrevivência, como alguns o vendem, ele está mais para uma filme de auto descoberta ou reflexão. O protagonista traumatizado com a relação dos pais resolve se libertar de todos os seus bens materiais e partir pelo EUA tentando viver com o mínimo, e com seu objetivo final sendo sobreviver alguns meses no meio da selva inóspita do Alaska (no verão, aonde a coisa não é tão feia por lá).

A atuação de Jack Black é muito boa, ele convence sobre seus problemas, ainda que não tenha carisma para te manter interessado em todas as situações. O resto do elenco não tem grande participação, esse é um filme praticamente solo.

A parte da sobrevivência na selva dura muito pouco, são mais os aspectos psicológicos do filme que são exaltados - o que é legal para alguns e bem chato para outros. O final é a parte mais controversa, porque faz sentido, mas ao mesmo tempo deia uma sensação de vazio desagradável, dado a falta de uma resposta. O protagonista fugiu de seus problemas ao invés de encara-los e acabou sem uma solução, fim. Não é um obra que eu particularmente recomendaria para quem não gosta de filmes muito voltados ao psicológico, ainda que não seja um filme ruim.

Nota: 7/10

Trailer:


****

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